PCA DO PORTO DO LOBITO DEFENDE LIDERANÇA INSPIRADORA COMO UM DOS PRESSUPOSTOS PARA ACELERAR TRANSFORMAÇÃO EMPRESARIAL

3 Setembro, 2026

O Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portuária do Lobito, Celso Rodrigues de Lemos Rosas, defendeu, esta sexta-feira, em Luanda, a necessidade das empresas angolanas apostarem numa liderança inspiradora, humana, inovadora e preparada para enfrentar os desafios da modernização, da concorrência e da transformação tecnológica.

Ao intervir como um dos oradores na III Edição da Conferência de CEOs – SEMEAR ANGOLA, que decorreu no Palácio da Justiça, sob o lema “Liderança que semeia o futuro”, o gestor considerou que as organizações só conseguem avançar quando são conduzidas por líderes capazes de assumir os desafios, mobilizar as equipas e criar condições para o crescimento sustentável.

“É preciso termos lideranças inspiradoras, porque, se tivermos líderes que só ficam sentados, a empresa não avança. Uma empresa deve ter líderes com capacidade de inovação, líderes humanos, interactivos, que respeitem o próximo e, sobretudo, que amem os trabalhadores”, afirmou Celso Rosas.

O responsável salientou que a modernização das empresas deixou de ser uma opção para passar a constituir uma exigência num contexto marcado pela crescente concorrência e pela rápida evolução tecnológica. Para o PCA do Porto do Lobito, a preparação permanente dos quadros e o investimento no capital humano são factores determinantes para a competitividade das organizações.

“Todos nós temos que trabalhar para a modernização, porque vivemos num período de modernidade. Aqueles que não se prepararem vão ficar ultrapassados”, alertou, acrescentando que apenas as empresas dotadas de competências, conhecimento e capacidade de adaptação estarão em melhores condições para competir.

Celso Rosas defendeu, igualmente, uma gestão orientada para a sustentabilidade, que conjugue desempenho económico com responsabilidade social e ambiental. Segundo o gestor, as empresas devem investir nas pessoas e, ao mesmo tempo, assumir um papel activo na promoção do desenvolvimento das comunidades. “Quem investe no capital humano, quem luta para que a empresa seja sustentável, promovendo acção social e ambiental, está a preparar a organização para o futuro”, sublinhou.

Ao abordar os mecanismos de avaliação do desempenho empresarial, o PCA do Porto do Lobito destacou a importância da qualidade e do empenho colectivo para o reconhecimento das organizações. Referiu que a empresa portuária tem recebido prémios nacionais e internacionais na sequência de avaliações positivas, resultantes do trabalho desenvolvido por todos os colaboradores.

“Não podemos adormecer à sombra da bananeira. Temos que dar o nosso melhor”, afirmou Celso Rosas, defendendo que os gestores devem manter uma postura de permanente aprendizagem e capacidade de resposta perante os novos desafios.

A transformação digital ocupou igualmente lugar de destaque na intervenção do gestor, que considerou a digitalização,como indispensável para a modernização das empresas e alertou para a necessidade de reforçar os mecanismos de segurança, particularmente no domínio da cibersegurança. “Temos de apostar na digitalização. Não pode haver empresa sem um bom plano de segurança. A cibersegurança é fundamental. Nada se pode fazer sem segurança”, afirmou.

Para Celso Rosas, o líder empresarial deve estar à altura dos desafios do presente, o que exige estudo, actualização permanente, capacidade de inovação e uma visão estratégica capaz de antecipar as mudanças que se verificam no ambiente empresarial. A intervenção de Celso Rosas aconteceu no âmbito do painel 2 da conferência, subordinado ao tema “Liderança que semeia o futuro – Como empresas líderes impulsionam o desenvolvimento económico, a motivação e a transformação social em Angola”.

O painel reuniu, além do PCA do Porto do Lobito, António Hou, CEO da Huawei Angola, Neide Teixeira, Administradora Executiva da TAAG, e Eduardo Clemente, Administrador Executivo do Standard Bank, proporcionando um debate centrado nos desafios da liderança empresarial e no contributo das organizações para o desenvolvimento económico e social do país.

A III Edição da Conferência de CEOs – SEMEAR ANGOLA reuniu líderes empresariais, administradores, empreendedores e especialistas de diferentes sectores, num espaço dedicado à partilha de conhecimentos e experiências, criação de conexões estratégicas e identificação de novas oportunidades de negócio.

No encerramento da sua intervenção, Celso Rosas reforçou a dimensão humana da liderança e defendeu que as empresas devem ser espaços de respeito, solidariedade e valorização das pessoas. “Devemos semear o amor, a harmonia e o humanismo nas nossas empresas, para que tenhamos êxitos e desenvolvamos o nosso país”, concluiu.

GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E IMPRENSA DO PORTO DO LOBITO